Vigilância: atenção para a Dengue

Cemitério Municipal. Foto: comunicação.

A equipe de Vigilância Ambiental em Saúde, em visita ao cemitério municipal, vem encontrando dificuldades em resolver um problema de infestação do Aedes aegypti no local, em virtude da existência de grande quantidade de criadouros.

Os vasos e floreiras são inspecionados em todas as visitas, feitas a cada quinze dias, onde, também é retirada a água acumulada. Porém, a cada chuva, torna-se a acumular água e, consequentemente, surgem novas larvas de Aedes aegypti que se tornam mosquitos alados e podem contaminar as que vão até o cemitério, ou que moram no seu entorno.

Buscando resolver este problema, a Vigilância, pede à comunidade, para que, os vasos de flores que forem levados ao cemitério e mesmo aqueles que já estão nos túmulos de seus entes queridos, estejam furados na parte inferior para que não acumulem a água da chuva, e, de preferência que tenham cimento até a borda na parte superior para evitar que fique aquela lâmina de água no vaso.

Da mesma forma, as floreiras fixas devem ser vistoriadas pelos responsáveis das sepulturas, a fim de certificar que elas possuem orifícios para drenar a água da chuva.

Somente desta forma, e com a colaboração de todos, é possível evitar que o cemitério municipal seja um criadouro em potencial do mosquito Aedes aegypti.

Por, Assessoria de Comunicação. Fonte, Vigilância.

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